Se a cirurgia tem cobertura, o material indicado pelo seu médico também tem. Próteses, órteses, placas, parafusos e cages (OPME) não podem ser negados ou trocados pelo plano. A Justiça pode obrigar a cobertura por meio de uma liminar.
Materiais de fixação usados em cirurgias de coluna e ortopédicas, como artrodese e correção de fraturas.
Próteses de quadril, joelho, ombro e outras articulações, e próteses mamárias em cirurgias reparadoras.
Dispositivos implantados durante a cirurgia, como espaçadores, âncoras e implantes de fixação.
Materiais cardíacos e vasculares indicados para cirurgias e procedimentos hemodinâmicos.
Enxertos, matrizes e biomateriais usados para reconstrução e consolidação óssea.
Quando o médico indica um material ou técnica por razões clínicas e o plano tenta impor outra opção.
A junta não pode simplesmente substituir a indicação do cirurgião. Um parecer que ignora o caso concreto e as regras da ANS torna a recusa abusiva.
Se a cirurgia é coberta, o material para realizá-la também é. Autorizar uma coisa e negar a outra é, na prática, negar a própria cirurgia.
Quem define as características do material é o médico, não o plano. Marcas equivalentes são permitidas; impor um material inferior, não.
A Lei 9.656/98 só exclui próteses e órteses não ligadas ao ato cirúrgico. O material usado na sua cirurgia tem cobertura obrigatória.
Não espere a cirurgia ser cancelada. Com cirurgia marcada ou risco à saúde, a liminar pode ser pedida com urgência.
Falar com a advogadaVocê não precisa aceitar a troca nem a recusa. Estes são os primeiros passos.
Peça a recusa por escrito, com o motivo e a lista dos materiais negados ou trocados. Se não enviarem, anote protocolo, data e horário.
O relatório deve explicar por que aquele material é o indicado e por que a alternativa oferecida pelo plano não serve.
Envie a negativa e o relatório pelo WhatsApp. Analisamos a recusa e definimos a estratégia para garantir o material.
Pelo WhatsApp, com o pedido médico e os exames que tiver em mãos.
Conferimos o pedido médico, os materiais negados e o motivo da recusa, e indicamos o caminho para reverter a negativa.
Sendo cabível, ingressamos com a ação e pedimos uma decisão de urgência para garantir a cirurgia com o material indicado.
Você recebe atualizações a cada etapa, sem precisar ir ao fórum.
Experiência específica com negativas de planos, juntas médicas e Rol da ANS.
Casos com risco à saúde são priorizados desde o primeiro contato.
Linguagem clara, sem juridiquês, e respostas diretas pelo WhatsApp.
Processos eletrônicos permitem atender você onde estiver.

Advogada · OAB/SC 67.818
Atua na defesa de pacientes contra negativas abusivas de planos de saúde, incluindo cirurgias de coluna e ortopédicas com materiais negados ou trocados pelo plano.
Cada caso é analisado pessoalmente, com atenção à urgência e à história de quem está do outro lado.
Falar com a Dra. AliceNão tem todos? Não tem problema. Envie o que tiver e orientamos o restante.
Na maioria dos casos, não. Quando o material é necessário para uma cirurgia coberta e foi indicado pelo médico, a recusa é abusiva. Analisamos a sua negativa para confirmar.
Não. O plano pode oferecer marcas equivalentes, mas não pode impor um material que não atenda às características definidas pelo médico. Divergências seguem as regras da ANS, nunca a decisão unilateral do plano.
É uma decisão judicial dada no início do processo, em situações de urgência, que pode obrigar o plano a autorizar a cirurgia com o material indicado antes do fim da ação.
Não. O plano não pode cancelar o contrato ou retaliar o beneficiário por buscar seus direitos na Justiça.
Na maioria dos casos, não. O processo é eletrônico e todo o atendimento é feito online.
Não. A avaliação inicial é feita pelo WhatsApp, sem custo.
Deixe seu nome, WhatsApp e um resumo da negativa. Retornamos pelo WhatsApp.
Envie a negativa do seu plano pelo WhatsApp e receba uma avaliação inicial do seu caso, sem custo.
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